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sexta-feira, 23 de novembro de 2012


 
Meu cachorro tem medo de trovões e fogos de artifício: o que fazer?

Esse é um problema muito comum, principalmente para quem mora próximo de estádios de futebol ou casas de show. Alguns cachorros também demonstram medo de trovoadas.

A primeira dica para começar a controlar a ansiedade e a fobia do seu cão é providenciar um cômodo no momento dos fogos ou trovões onde ele se sinta seguro e onde o som seja abafado. Tome o cuidado de não manter neste local nenhum objeto que possa machucar o seu melhor amigo. Tente desviar a atenção dele no momento do barulho. Faça isso entretendo-o com as brincadeiras que ele mais gosta.

Existe um treinamento que pode ajudar o cachorro a superar o medo desse tipo de barulho. Grave o som de fogos de artifício ou trovões e coloque para tocar em um volume baixo. Mantenha o cachorro no local seguro citado acima, e observe a sua reação.

ATENÇÃO: a gravação deve ser colocada para tocar em um outro ambiente da casa, e não no local onde o cachorro está!

Faça exatamente como descrito no parágrafo anterior, distraindo-o com brincadeiras enquanto a gravação com os barulhos toca.

Vá aumentando o volume a cada dia, até que ele se acostume e deixe de ter medo naturalmente. Se mesmo assim o medo do cachorro não diminuir, converse com seu veterinário de confiança para saber se não é o caso de procurar um tratamento mais específico.

 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012


Como administrar remédios a animais de estimação

 
 
Após levar o animal de estimação ao veterinário, quase sempre nos deparamos com um pequeno desafio: como administrar os remédios receitados de forma correta?

São vários tipos de medicamentos que podem ser utilizados, como líquidos, cápsulas, drágeas e comprimidos. Vale ressaltar que os comprimidos podem ser partidos para facilitar, mas as cápsulas e drágeas perdem seus efeitos terapêuticos ao serem divididas ou trituradas.

Consulte sempre o veterinário sobre a possibilidade de partir os medicamentos antes de dar ao seu pet.

O velho truque de misturar os remédios na comida do pet muitas vezes não funciona, principalmente com os gatos, que por serem mais exigentes podem notar a diferença no alimento. Ou, mesmo que funcione, corre-se o risco do animal não comer toda a comida, ingerindo uma dose menor do remédio do que a indicada.

O que fazer nesses casos então? Vamos dar algumas dicas de como administrar corretamente os medicamentos do seu bichinho sem preocupações.

Medicamentos líquidos para cães e gatos:

Como já foi explicado, misturar na água ou comida não é uma boa ideia, pois o remédio altera a cor e sabor do alimento, fazendo com que seu pet coma ou beba apenas uma parte. O melhor método para dar o medicamento líquido é direto na boca:

1 – Coloque o animal entre suas pernas e abra a boca dele.

2 - Com uma seringa sem agulha, que comporte toda a dose a ser administrada, vá despejando aos poucos o líquido na parte final da língua.

3 – Mantenha o focinho do seu amigão elevado, ou o remédio poderá escorrer.

4 – Se estiver difícil abrir a boca do seu bichinho, posicione a seringa na parte interna da bochecha e vá soltando o medicamento.

Comprimidos, cápsulas ou drágeas

Para cães:

1 – Segure com cuidado o focinho do seu amigão pela parte de cima, apertando firme logo atrás dos dentes caninos. A boca do cão irá abrir.

2 – Com a outra mão, segure o comprimido e ao mesmo tempo force a parte inferior do maxilar para baixo.

3 – Coloque o comprimido na parte de trás da língua, e se for necessário empurre em direção à garganta.

4 – Feche a boca do cão e segure o focinho, para evitar que ele cuspa o comprimido para fora. Massageie o pescoço do seu cachorro para facilitar a descida do remédio.

Para gatos:

1 - Peça para alguém segurar as patinhas e o peito do seu gato pela parte traseira, ou mesmo enrole-o em uma toalha para evitar que ele arranhe você ou quem está ajudando.

2 – Coloque a mão na parte de cima da cabeça do gatinho, e levante-a até que o nariz esteja apontando para o teto. Quando a boca se abrir, use a outra mão para forçar o maxilar inferior para baixo e coloque o comprimido na parte traseira da língua.

3 – Feche a boca e esfregue rapidamente o nariz do gatinho. Isso o fará lamber a ponta do próprio nariz, tornando mais fácil a descida do comprimido.

Outras dicas importantes:

- Após dar o medicamento, dê ao seu amiguinho uma recompensa. Assim ele associará a medicação a um momento de prazer.

- Quando for dar remédios ao seu bichinho, aja normalmente. Animais são desconfiados e se você não agir com naturalidade, eles logo perceberão suas intenções.

E lembre-se que medicamentos usados em humanos têm dosagens bem diferentes das utilizadas para animais, portanto, nunca dê remédios por conta própria, sempre procure um veterinário.

 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A importância de proteger os pets dos pernilongos

 



Com as temperaturas subindo, é normal que nossas casas fiquem cheias de visitantes indesejados: os pernilongos. Além do barulho irritante e das picadas que incomodam, esse tipo de inseto pode transmitir várias doenças, não só a nós humanos como também aos nossos amados bichinhos de estimação. E protegê-los é fundamental!
Uma picada de inseto pode provocar em nossos pets mais que uma simples coceira. Existem alguns pernilongos comuns que são perigosos à saúde dos animais de estimação, como alguns do gênero Culex e Aedes, parente dos mosquitos que transmitem a dengue. Esse tipo de inseto transmite larvas que podem causar uma doença chamada dirofilariose.
Essa doença se caracteriza pelo entupimento da cavidade cardíaca do animal conforme acontece a proliferação, tomando conta do espaço gradativamente. O sintoma é uma enorme fadiga, causada pela dificuldade de bombeamento de sangue, e aparece quando a doença já está em estado avançado. E o pior, é que depois que os parasitas se instalam, não saem mais.
Por isso é importante que seu pet esteja protegido conta os insetos! Como fazer isso? Com a vermifugação mensal. Consulte um veterinário de confiança para que ele indique a medicação correta para vermifugar o seu bichinho e proteja seu amigão!

quinta-feira, 19 de julho de 2012


Entenda o que é Raiva e saiba como proteger seu pet dela

A raiva é uma doença perigosa, que não tem cura e é transmitida pela saliva de animais infectados. Por isso, manter seu pet vacinado é fundamental para evitar qualquer risco da doença.

Abaixo, aprenda mais sobre a raiva, e saiba como se proteger dela.

O que é a raiva?
Provocada por um vírus, a raiva é uma doença infectocontagiosa que causa a morte do animal. contaminado. Ela também é conhecida pelo nome de hidrofobia.

Quais animais podem contrair a doença?
Mamíferos, como cães, gatos, vacas e cavalos, além, é claro, de nós seres humanos.

Como a raiva é transmitida?
A doença é transmitida através do contato com a saliva contaminada por meio de mordidas de animais que estão com a doença.

Quais os sintomas da doença?
Os principais são salivação excessiva, medo da água e distúrbios neurológicos como convulsões, dificuldade para caminhar e falta de coordenação motora. Os sintomas são os mesmos para bichos e pessoas.

Existe tratamento?
Não. Infelizmente, quando o cão ou o gato são infectados com raiva, eles precisam ser sacrificados.

A raiva também pode matar pessoas?
Existem registros de pessoas que foram contaminadas, sobreviveram à doença, mas tiveram sequelas. O último caso confirmado de raiva no Brasil, felizmente, foi registrado há mais de dez anos atrás.

O que fazer se um humano for mordido por um animal suspeito de ter raiva?
Ir até o hospital imediatamente. Se houver a possibilidade de o paciente ter contraído raiva, o médico fará um curativo e aplicará o soro antirrábico.

E se meu cão ou gato for mordido por um outro animal com suspeita de ter a doença?
Leve seu pet ao veterinário para confirmar ou não o diagnóstico de raiva. Se ele está em dia com as vacinas e tomou a vacina antirrábica, é praticamente nula a possibilidade de contrair a doença.

Como protejo meu pet da raiva?
Para proteger seu cão ou gato da raiva, basta aplicar todo ano a vacina antirrábica. Ela é oferecida de graça nos Centros de Controle de Zoonoses e custa, em média de R$ 20 a R$ 40 no veterinário. Outra maneira é tomar cuidado quando sair com seu animal na rua, evite de chegar perto de outros animais se ele for muito arredio.





segunda-feira, 9 de julho de 2012


Dicas para fotografar o seu pet


Está difícil captar aquele ângulo legal do seu pet?

 Pois é, em alguns casos eles são agitados, cheios de energia e nem sempre muito simpáticos à ideia de fazer poses. Neste caso, confira algumas dicas simples para conseguir fotografar o seu pet.

1) Tente não usar o Flash

O uso do flash pode assustar o seu pet e deixa-lo ainda mais arredio. Além disso, o flash causa alguns efeitos indesejados, como deixar os olhos do animal vermelhos, por exemplo. Portanto, tente bater as fotos em locais claros, com bastante iluminação.

2) Cachorros: interaja com eles; gatos: se esconda deles

Tirar fotos de cães e gatos exige estratégias diferentes. Enquanto os cachorros são brincalhões, os gatos são mais arredios à câmera. Portanto, quando for fotografar cães, brinque com eles, tente chamar a atenção com a câmera ou mesmo utilize brinquedos e petiscos. Já quando for bater fotos de um gatinho utilize a função de zoom da câmera. Assim o bichano não perceberá a sua presença e continuará agindo naturalmente.


terça-feira, 10 de abril de 2012

5 dicas para salvar seu sofá das garras dos seus gatinhos




Você com certeza ama os seus gatos, mas também gosta dos seus móveis e carpetes, certo? Então como impedir seus bichanos de unha-los e estraga-los?
Ao contrário do que possa parecer, a solução dos seus problemas está mais na mudança dos hábitos dos seus felinos do que na escolha de um sofá novo.
Confira algumas dicas para “salvar” seus móveis das garras do seu gatinho.
1) Os gatos arranham para afiar as unhas e marcar território. Para evitar isso, tente tirar a atenção deles dos móveis com um objeto texturizado, como um arranhador, por exemplo.
2) Outra maneira de desviar a atenção deles e salvar os seus móveis é usar aromas que os atraiam para outros objetos com os quais eles possam interagir sem dar prejuízo.
3) Outra solução, um pouco mais radical, é forrar o sofá ou móvel com papel alumínio ou contact, já que os felinos não gostam de pisar nem de af­iar as unhas nesse tipo de superfície.
4) Os bichanos normalmente adoram escalar cortinas. Troque-as por persianas.
5) Dê preferência para sofás feitos com materiais mais resistentes e fáceis de limpar, como brim, camurça e sarja.
Não se esqueça de que quando resolveu adotar um gatinho você estava ciente de todos os “riscos”. É da natureza deles, portanto, não fique bravo nem desconte no pobrezinho. Saiba conviver com isso e siga as dicas acima, e dê a eles muito amor, carinho e atenção.

10 curiosidades sobre os gatos



1) Os gatos possuem mais ossos do que os humanos. Enquanto nós possuímos 206, os gatos possuem 245.
2) Os gatos possuem uma audição bem mais sensível que a dos homens e até que a dos cães. Eles ouvem até 65 khz (kilohertz), enquanto que os humanos ouvem até 20 khz.
3) Um gato enxerga 6 vezes melhor do que um humano à noite. Isso porque ele necessita de 1/6 da quantidade de luz necessária ao homem para enxergar.
4) Um gato doméstico pode correr a uma velocidade de 50 km/h
5) Gatos têm o costume de esfregar o rosto em objetos e pessoas para marcar com o seu cheiro, como se fosse uma espécie de assinatura
6) O primitivo ancestral dos gatos é o Maicis, uma pequena criatura que vivia em árvores há 45/50 milhões de anos.
7) O ronronar nem sempre é sinal de alegria. Alguns gatos ronronam também quando estão assustados ou com dor.
8 ) Os gatos selvagens miam muito menos do que os domésticos. Isso porque os gatos domésticos aprenderam que miar é uma maneira de chamar a atenção dos seus donos.
9) Os gatos passam cerca de 30% de sua vida se limpando.
10) O gato sempre cai em pé, mas desde que o tempo de queda seja suficiente para que ele gire seu corpo e se defenda do tombo, amortecendo o impacto


5 dicas para manter seu cachorro no peso ideal


Pois é, não é só você que pode ter problemas com o peso. Seu cãozinho também, caso não se alimente corretamente. Ele fica indisposto, sem energia e pode vir a ter outros problemas de saúde.
É preciso tomar cuidado. Abaixo separamos algumas dicas para ajudar seu melhor amigo a ficar sempre no seu peso ideal.
1) Se o seu cachorro já está acima do peso, diminua gradualmente a alimentação dele, dia a dia, oferecendo rações de baixa caloria. Mas atenção! Antes de fazer isso, consulte um veterinário para diminuir a quantidade na medida correta, de forma que não prejudique a saúde do cão.
2) Fique atento à quantidade recomendada de ração, pois mesmo um pouquinho a mais pode acabar fazendo diferença.
3) Você tem mais de um cão? Então certifique-se que um não está “roubando” a comida do outro. Para evitar isso, alimente todos no mesmo horário.
4) Evite dar guloseimas com frequência ao cão. Isso pode prejudicar a alimentação dele. Evite também que ele peça comida quando você e as outras pessoas da casa estiverem comendo. Alimente-o antes de todos comerem.
5) Estabeleça horários fixos para alimentar o seu cachorro. É importante que o alimento fique disponível para o cão por apenas um período curto de tempo, por exemplo: 30 minutos no período de adaptação e 15 minutos após o cão adquirir o hábito. Se passar esse tempo e ele não comer, retire a ração e forneça de novo apenas na próxima refeição. Dessa forma, ele aprende que tem apenas um determinado horário e tempo para se alimentar.


6 dicas para quem vai doar um bichinho de estimação

Não é apenas quem vai adotar um animalzinho que precisa tomar alguns cuidados.
Quem vai doar também! Siga essas dicas e garanta que encontrará o lar ideal para ele!
1) Prepare o animal. Ele deve estar vacinado, saudável, vermifugado e castrado.
2) O ideal é tentar encontrar uma pessoa conhecida para adotar o bichinho. Alguém de confiança sempre traz mais segurança.
3) Se não houver jeito, e a única opção for doar para um desconhecido, se informe sobre a pessoa. Visite o local onde o animal vai viver antes de sacramentar a adoção. Peça telefone, endereço e comprovante de residência do adotante.
4) Se o interessado se recusar a fornecer o endereço e não permitir que você conheça o local onde ele vai ficar, NÃO DOE o animal.
5) Nunca minta nem omita nenhuma informação: seja honesto a respeito da idade, histórico de saúde, comportamento e outras características do animal.
6) Deixe bem claro os direitos e obrigações de ambas as partes para que o bem-estar do animal seja garantido. Faça um termo de compromisso e posse responsável, se for o caso, garantindo que o adotante devolva o animal em caso de maus-tratos ou caso o bichinho não se adapte ao novo lar.

É verdade que os cães podem pressentir a chegada do dono?



Quantas vezes você acaba de estacionar o carro na frente da sua casa e seu cachorro já está ali no portão te esperando? Ou então você mal se aproxima da porta e lá está ele, abanando o rabo todo feliz.
Ele pode pressentir a sua chegada? É sintonia? Telepatia? Sexto sentido? Bom, pode até ser, mas existem explicações mais lúcidas para isso. A audição e o olfato dos cães são muito superiores aos nossos. Dessa forma, pela simples corrente de ar vinda do vão da porta o cachorro pode sentir o cheiro do dono, assim como é capaz de ouvir e reconhecer o barulho do motor do carro chegando!
O cão também é capaz de associar pequenos acontecimentos do dia a dia à chegada do dono. para saber mais ou menos o momento do dia em que o dono chega.
Por esses motivos ele sempre está lá todo feliz para te recepcionar quando você chega em casa.
Cachorros são fieis companheiros, por isso, sempre cuide bem do seu amigo. Fique atento aos melhores e mais confiáveis remédios veterinários, mantenha seu cão sempre vacinado e dê muito carinho e atenção a ele.